Não há aqui absolutamente nada que valha a pena. Nem sequer o autor.
O Autor desresponsabiliza-se por quaisquer danos psíquicos que a leitura disto possa causar.
Prontus, eu explico! Rezam as crónicas que ele era o gajo mais conservador que se possa imaginar. Basta ver o Staship Troopers (preferêncialmente ler, mas o pessoal não costuma ter grande pachorra para ler FC...) para se perceber aquela atitude "I'm a 'merican! 'MERICAAAAAA!"(com a boca de lado à Stallone). No entanto escreve "Um estranho numa terra estranha!" que eu julgava ser uma brutalidade em termos de pensamento estupidamente aberto e muito à frente! Mas agora estou a acabar "Amor sem limites (as muitas vidas de Lazarus Long)" e está mesmo muito, muito à frente em termos do tipo de sociedade, costumes e tudo o mais! É uma critica social brutal e escandaloso para qualquer mente um pouco mais fechada! Sobretudo a parte final! Isto vindo de um gajo que mandou instalar uma cerca electrica à volta da sua propriedade para impedir os hippies, que consideraram "Um estranho numa terra estranha" a sua "Bíblia", de falar com ele porque os desprezava é uma dualidade muito estranha!
E Janita, acho que postei essa frase, que está neste mesmo livro, porque achei piada à semelhança entre este pensamento, que no livro é atribuído a Lazarus Long, um tipo que está vivo há mais de 2000 anos na altura em que o livro se passa, tendo nascido no principio do Sec. XX, e aquilo que eu há anos tinha dito à minha superiora hierarquica e que também por aqui relatei, em relação à preguiça, o que me levou a pensar que partilhamos alguns pontos de vista...
Conhecendo a vida dele e lendo os livros dele há uma dualidade difícil de explicar! Mesmo os livros são de extremos, completamente...
Atum... é isso!... Provavelmente ambiguidade conveniente, para não perder leitores... e por isso... deve ter a mentalidade de caixa de fósforos... para os dois lados... conforme dá jeito... Bjs
Comecei a ler FC em adolescente (na colecção Argonauta - já não apanhei os 1ºs números e depois na colecção Europa-América) adorei os seus livros e não fazia ideia que ele fosse assim (mas o meu preferido era o Clifford D. Simak)
Ai, sim? Olha, então não foi nesta sua máxima que te inspiraste aqui «à atrasado»? :
ResponderEliminar"O Progresso é feito por homens preguiçosos que procuram modos mais fáceis para fazer as coisas"
E eu a pensar que o homem tinha sido a tua fonte inspiradora, onde bebeste ensinamentos que te foram preciosos!
Raiasparta!!
Beijinhos, C. Gil! :)
Então porquê?...
ResponderEliminarConfesso que a ficção científica... não é a minha praia... por isso, estou meio por fora...
Bjs
Prontus, eu explico!
ResponderEliminarRezam as crónicas que ele era o gajo mais conservador que se possa imaginar.
Basta ver o Staship Troopers (preferêncialmente ler, mas o pessoal não costuma ter grande pachorra para ler FC...) para se perceber aquela atitude "I'm a 'merican! 'MERICAAAAAA!"(com a boca de lado à Stallone).
No entanto escreve "Um estranho numa terra estranha!" que eu julgava ser uma brutalidade em termos de pensamento estupidamente aberto e muito à frente!
Mas agora estou a acabar "Amor sem limites (as muitas vidas de Lazarus Long)" e está mesmo muito, muito à frente em termos do tipo de sociedade, costumes e tudo o mais! É uma critica social brutal e escandaloso para qualquer mente um pouco mais fechada! Sobretudo a parte final!
Isto vindo de um gajo que mandou instalar uma cerca electrica à volta da sua propriedade para impedir os hippies, que consideraram "Um estranho numa terra estranha" a sua "Bíblia", de falar com ele porque os desprezava é uma dualidade muito estranha!
E Janita, acho que postei essa frase, que está neste mesmo livro, porque achei piada à semelhança entre este pensamento, que no livro é atribuído a Lazarus Long, um tipo que está vivo há mais de 2000 anos na altura em que o livro se passa, tendo nascido no principio do Sec. XX, e aquilo que eu há anos tinha dito à minha superiora hierarquica e que também por aqui relatei, em relação à preguiça, o que me levou a pensar que partilhamos alguns pontos de vista...
Conhecendo a vida dele e lendo os livros dele há uma dualidade difícil de explicar! Mesmo os livros são de extremos, completamente...
:)
Atum... é isso!...
EliminarProvavelmente ambiguidade conveniente, para não perder leitores... e por isso... deve ter a mentalidade de caixa de fósforos... para os dois lados... conforme dá jeito...
Bjs
Não creio que fosse por aí!
EliminarAcho que é mais um caso de dar asas na escrita ao que não podia dizer nos anos cinquenta...
:)
Comecei a ler FC em adolescente (na colecção Argonauta - já não apanhei os 1ºs números e depois na colecção Europa-América) adorei os seus livros e não fazia ideia que ele fosse assim (mas o meu preferido era o Clifford D. Simak)
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