segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Ora então, a 1ª semi-final do festival da canção da TV pública cá do sitio...

Foi exactamente o que eu esperava que fosse!

A mesma coisa de sempre, excelentes interpretes (excepto um ou outro), bons musicos (na su maioria), compositores que se esforçam ao máximo para não sair dos cânones (o que faz com que as musicas sejam uma sequência infindável das mesmas progressões de acordes já estafadas e batidas, mas é o que a malta compra) e produtores muito, mas mesmo muito abaixo da média.
Percebe-se que se trabalha com afinco para ocupar o lugar que é nosso por direito...

E antes que me venham dizer "Ah e tal, o outro ganhou o festival com uma musiquinha simples" pensem bem, porque não era uma música de 4 acordes, e era apenas enganadoramente simples.

E não, não apreciei nada do que vi!
Basicamente, para mim, Conan, por enquanto, só mesmo o Bárbaro (por acaso acabei há pouco tempo de ler a antologia do Robert E. Howard e os contos são mesmo absolutamente fabulosos) e o rapaz do futuro (que ando agora a mostrar à cria, que se parte a rir com as parvoíces daquele rapaz super-forte que tenta a todo o custo salvar a Lana)

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

90º



You know I pray to no daemons 
Nor Gods above 
I don't feel hatred 
I don't feel love 

 So, what did you want from me? 
I rather see you free 

 Away from me 
Away from it all 
At ninety degrees from reality 
Far from the end 
And far from the world 
In a parallel line to factuality 
 
The death of hope 
The triumph of indiference 
Maybe it's time 
To give change a chance 

 So, what did you want from me? 
I rather see you free 
 
Away from me 
Away from it all 
At ninety degrees from reality 
Far from the end 
And far from the world 
In a parallel line to factuality



(Nota: esta música existe em Português no primeiro álbum de XXL Blues)

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Andavam o Mascarilha e o Tonto a cavalgar pelas terras do velho oeste, em busca de bandidos, quando o Mascarilha começou a ficar com cólicas e teve de parar para ir atrás de uma moita.
Estava o Tonto simplesmente à espera quando o Mascarilha soltou um sonoro grito. Correu para ele:
-O que se passa?
-Páh, fui mordido por uma cascavel!
-Onde?
-Mesmo na ponta do "coiso"!
-Eina a cena...
-Vai depressa à vila e trás o médico!
E o Tonto montou no cavalo e cavalgou, cavalgou, cavalgou...
Chegado à cidade procurou o médico por todo o lado e foi dar com ele na casa de um fazendeiro.
-Dr, o Mascarilha foi mordido por uma cascavel e precisa de si.
-Mas eu agora não posso ir, estou no meio do parto da mulher do fazendeiro. Vou logo em seguida, mas tens de ir tu à frente e ir adiantando as coisas!
-E o que posso fazer?
-Fazes um corte na zona onde ele foi mordido e chupas o veneno!
O Tonto fez uma cara estranha, mas acenou com a cabeça, saiu, montou-se no cavalo e cavalgou, cavalgou, cavalgou,...
...até que chegou novamente junto do Mascarilha que, assim que o viu perguntou:
-Então? Viste o médico?
-Vi!
-E o que é que ele disse?
-Que vais morrer...

sábado, 1 de dezembro de 2018

9/11 (Life - Act III Scn II) - Lyrics







Vi incrédulo
O ruir dos nossos sonhos
A conquista da sanidade pela loucura
Ao vivo nos streams de média

Tudo visto na TV em directo
Em plena luz do dia para o mundo ver
Conclusões tiradas, há que reagir
Atacar, atacar, atacar!

Cegos pela fé em enganadores
Todos queriam vingança
E acabaram a comprar uma guerra
Sem tréguas nem trincheiras

Então sentes que nada está bem
Será isto um jogo de perguntas
Estás há muito numa busca
E não sabes onde está a verdade?
Há uma voz na tua cabeça
Porque é que não a ouves?



Então porque é a luta, a tua vida
Ou os interesses de alguns?
Tens de discernir o que está certo!
Acreditas nas notícias?



Então começas no teu caminho
E és cego pela luz
Tantas falsas verdades
Não sabes o que está certo
Bem, há uma consciência na tua cabeça
Porque é que não a ouves?